A pandemia trouxe mudanças comportamentais tanto para as pessoas, como para as marcas. Tendências projetadas para a próxima década foram aceleradas e consolidadas em questão de semanas. Para uma empresa se adaptar a esta nova realidade, é necessário compreender os novos hábitos de consumo, valores, estilos de vida e modelos de trabalho do público alvo.

Segundo a WGSN, uma das autoridades globais em tendências de consumo, três grupos de consumidores definirão as ações de marketing, varejo e inovações dos negócios: estabilizadores, comunitários e novos otimistas.

 

Estabilizadores

Formado por Millenials e pela Geração Z, os estabilizadores são exaustos, ambíguos e sobrecarregados. Esse perfil não quer mais ser bombardeado com estratégias de engajamento, que apresentam uma gama de opções a ele em resposta a uma pergunta simples. Buscam um comércio calmo, que os ajudem a aliviar o estresse e a ansiedade. Para criar uma conexão com os estabilizadores, sua presença de marca não pode ser invasiva. É necessário criar diferentes canais de comunicação, para que o próprio consumidor decida qual lhe agrada mais, assim como ouvir atentamente seus feedbacks.

 

Comunitários

Também é formado por Millenials e pela Geração Z, mas com integrantes que possuem um maior senso de comunidade. São equilibrados, conscientes e priorizam a solidariedade. Valorizam uma rotina tranquila, com valores sustentáveis e melhor separação da vida profissional da vida pessoal. Negócios locais e empresas voltadas à economia circular são mais populares entre esse grupo, porque gostam de sentir que estão ajudando pessoas da comunidade.

 

Novos otimistas

É o grupo mais heterogêneo dos três. Contam com representantes da Geração Z e até dos Baby Boomers, com um ideal em comum: a felicidade. Suas características são o ativismo, a hiperconectividade e a mentalidade coletiva. Valorizam as conexões humanas, e não toleram discriminação. Para engajá-los, foque no poder do coletivo e use tecnologias que promovem conveniência, como a realidade aumentada e virtual. Preferem marcas que ajam sob demanda e com entregas hiperlocais, realizadas em eventos.