50 milhões de pessoas ao redor do mundo se declaram criadoras de conteúdo. As marcas já perceberam o poder desses influencers e incorporaram ações colaborativas em suas estratégias de marketing. Um levantamento da CB INsights apontou que a Creators Economy movimentou US$1,3 bilhão em 2021. O número cresceu pouco mais de 30% em relação ao ano anterior, e deve aumentar ainda mais.

A internet possibilitou que os criadores rentabilizassem seu conteúdo, principalmente através das redes sociais. Seja pelo Facebook, Instagram ou YouTube, os influenciadores constroem verdadeiras comunidades com seus seguidores, com interações constantes. Uma das redes em alta é a Twitch, plataforma que permite transmissões e interatividade em tempo real.

As lives abrangem uma grande variedade de assuntos e formatos, como transmissões de gameplays, sets de DJ’s e até rodas de leitura. Na plataforma, é possível reunir milhares de seguidores e monetizar o conteúdo com inscrições no canal e doações espontâneas da comunidade. Recentemente, o streamer e comunicador Casimiro Miguel alcançou a marca de 513 mil espectadores, o que rendeu ao carioca o título de live brasileira mais assistida.

Cada vez mais, o mercado cresce e ganha maturidade: o que antes era visto como entretenimento começa a mostrar diversas oportunidades financeiras, além de parcerias com marcas. Os influenciadores passam a ser sócios com voz ativa, com colaborações altamente rentáveis. Personalidades ao redor do mundo se tornam representantes de grandes empresas, participando ativamente da construção e do desenvolvimento da marca. É o que ocorre entre a cantora Anitta e a Nubank, e a influenciadora Julia Petit e a marca de cosméticos Sallve. O impacto da conexão atrai diversos consumidores, conquistando um retorno impressionante.

Este é o caminho do futuro: as marcas devem não apenas inserir os influenciadores em suas campanhas, como co-criar com eles e transformar a legião de seguidores em consumidores. A Creators Economy está em constante evolução e crescimento, e promete revolucionar o mercado como um todo.